A escolha da clínica de reprodução assistida é um passo importante quando o casal decide que está na hora de realizar o sonho da gestação. Os casais homoafetivos precisam também escolher uma clínica com profissionais capacitados e experientes, que estejam prontos para cuidar de forma integral de todo o processo de reprodução.

Aqui no CITI Medicina Reprodutiva, além do conhecimento técnico para auxiliar o casal desde os exames de investigação até a realização de uma inseminação artificial ou fertilização in vitro, também contamos com uma equipe muito acolhedora e apaixonada no que faz. 

Já atendemos muitos casais homoafetivos e sabemos dar suporte em todo o processo. Na primeira consulta tiramos todas as dúvidas do casal, depois dos exames feitos nossos médicos orientam sobre as melhores opções de tratamento, ajudando o casal nas escolhas que levarão às maiores chances de sucesso.

 

Casais homoafetivos femininos podem optar pela gestação compartilhada

No caso de um casal homoafetivo feminino, é possível realizar uma inseminação artificial, em que uma das mulheres será induzida a ovular e inseminada com o sêmen de doador anônimo e, portanto, ela quem engravidará. 

Outra opção é a FIV (fertilização in vitro), para que uma mulher seja estimulada a produzir óvulos que serão captados e injetados com espermatozóides de um doador anônimo em laboratório, para formar embriões que podem ser implantados na própria ou na parceira, o que é conhecido como gestação compartilhada. 

 

Casais homoafetivos masculinos precisam de um útero de substituição

Para casais homoafetivos do sexo masculino, o processo é um pouco mais complexo, porque além da necessidade de óvulos doados eles também precisarão de uma mulher para receber o embrião. Este procedimento é chamado de útero de substituição.

O tratamento realizado é a FIV com os espermatozóides de apenas um dos pais que fertiliza os óvulos de doadora anônima escolhida pelo casal com ajuda dos médicos, formando o embrião. Esse embrião precisa ser implantado em um útero solidário ou de substituição, que pode ser de algum parente próximo até 4º grau, após liberação do CFM (Conselho Federal de Medicina). O CFM veta a mistura de gametas de parceiros do mesmo sexo.

 

Burocracia e apoio da clínica de reprodução assistida

A utilização de técnicas de reprodução assistida para casais homoafetivos é regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina e a nossa equipe do CITI Medicina Reprodutiva segue todo o protocolo dentro do que é permitido pelas resoluções do CFM, como a doação de gametas, desde que não incorra em consanguinidade, e útero de substituição por parentes de até 4ª grau.

No Brasil, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determina que todos os Cartórios de Registro Civil do país aceitem registros de bebês de dois pais ou duas mães. Para registrarem seus filhos, os casais homoafetivos devem apresentar a declaração de nascido vivo, laudo da clínica de reprodução assistida, com todo o acompanhamento do tratamento e certidão de união estável ou casamento.

 

Estamos preparados para ajudar você e sua família nesta jornada em busca do sonho da paternidade / maternidade. Agende sua primeira consulta com um dos médicos do CITI Medicina Reprodutiva e vem tirar todas as suas dúvidas com a gente!

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